Pular para o conteúdo principal

Era uma vez: Raquel de Queiroz para criança.

Era uma vez um ...

Andira se perde de sua família e acaba sendo resgatada por... morcegos. Acontece que os morcegos são bichos noturnos, fazem tudo diferente das andorinhas. Andira, a andorinha que se perdeu da família precisa se acostumar a dormir de dia e viver à noite. E ainda mais enxergar no escuro!  Andira, é uma história divertida e delicada. 




Era uma vez...
Cafute e Pena-de-Prata eram dois pintinhos. Um pobre e outro  rico. Mas, isso não era importante porque eles eram muito amigos e o que os dois queria na vida era viajar. Até que um dia eles realizam o sonho e partem para  uma viagem cheia de aventuras...




Era uma vez... O Menino Mágico -Daniel é um menino que te poderes mágicos.Misturando um pouco de criatividade e magia, viajava durante o sono, fazia coisas incríveis. Um dia foi parar num  programa de TV para ganhar um prêmio. só que ele não imaginava o quantos as mágicas junto a com as pequenas mentiras pudessem lhe trazer tanta confusão.




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Beleza Total, Carlos Drummond de Andrade.

A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços. A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda a capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa. O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito. Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um di...

O Mendigo do Viaduto do Chá, Regina Ruth Rincon Caires

     A moeda corrente era o cruzeiro. A passagem de ônibus custava sessenta centavos. O ano era 1974.       Eu trabalhava no centro da cidade, em um banco que ficava na Rua Boa Vista. Morava longe, quase ao final da Avenida Interlagos, e usava diariamente o transporte coletivo. Meu trabalho, no departamento de estatística, resumia-se a somar os números datilografados em planilhas e mais planilhas fornecidas pelas agências do banco. Somas que deveriam ser checadas, e que eram efetuadas nas antigas calculadoras elétricas com suas infernais bobinas, conferidas e grampeadas nas respectivas planilhas. Não fosse o café para espantar o sono durante as diárias e rotineiras oito horas de trabalho, nenhuma soma teria sido confirmada.

Vamos Pensar? (31)