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Crônica cantada: Lenine

Raposa e as Uvas , ficou muito melhor com Lenine. É a crônica cantada de hoje... O autor canta uma temática jovem dos anos 50 e 60 Lembro com muita saudade Daquele bailinho Onde a gente dançava Bem agarradinho Onde a gente ía mesmo É prá se abraçar... Você com laquê no cabelo E um vestido rodado E aquelas anáguas Com tantos babados E você se sentava Só prá me mostrar... E tudo que a gente transava Eram três quatro cubas Eu era a raposa Você era as uvas Eu sempre querendo Teu beijo roubar... E por mais que você Se esquivasse Eu tinha certeza Que no fim do baile Na minha lambreta Aquele broto bonito Ia me abraçar... Quando a orquestra Tocava "Besame Mucho" Eu lhe apertava E olhava seu busto Dentro do corpete Querendo pular... Eu todo cheiroso À "lancaster" E você à "chanel" Eu era um menino Mas fazia o papel Do homem terrível Só prá lhe guardar... E tudo que a gente transa...

Crônicas da M.P.B: Alzira e a Torre

Alzira e a Torre Lula Queiroga / Lenine  Alzira bebendo vodka defronte da Torre Malakof Descobre que o chão do Recife afunda um milímetro a cada gole Alzira na Rua do Hospício, no meio do asfalto, fez um jardim Em que paraíso distante, Alzira, ela espera por mim? Em que paraíso distante, Alzira, ela espera por mim? (Hei hei hei) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira virada pra lua, rezando na igreja de são ninguém Se o mundo for só de mentira, só ela acredita que existe além Que existe outra natureza que venha ocupar o lugar do fim Em que paraíso distante, Alzira, ela espera por mim? Em que paraíso distante, Alzira, ela espera por mim? (Hei hei hei) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira Ô (Alzira Ô) Alzira Ô, Alzira Ô, Alzira Ô, Alzira Ô... É, Alzira zerou seu futuro se escondeu no escuro do furacão Se a gente vê só alegria só ela antevia a revolução O mar derrubando o dique, invadindo a cid...