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Mostrando postagens com o rótulo Maria Rita

Coração Em Desalinho, Monarco

Numa estrada dessa vida Eu te conheci Oh, Flor! Vinhas tão desiludida Mal sucedida Por um falso amor Dei afeto e carinho Como retribuição Procuraste um outro ninho Em desalinho Ficou o meu coração Meu peito agora é só paixão Meu peito agora é só paixão... Tamanha desilusão Me deste Oh, Flor! Me enganei redondamente Pensando em te fazer o bem Eu me apaixonei Foi meu mal Agora! Uma enorme paixão me devora Alegria partiu, foi embora Não sei viver sem teu amor Sozinho curto a minha dor Numa estrada! Numa estrada dessa vida Eu te conheci Oh, Flor! Vinhas tão desiludida Mal sucedida Por um falso amor Dei afeto! Dei afeto e carinho Como retribuição Procuraste um outro ninho Em desalinho Ficou o meu coração Meu peito agora é só paixão Meu peito agora é só paixão... Tamanha desilusão Me deste Oh Flor! Me enganei redondamente Pensando em te fazer o bem Eu me apaixonei Foi meu mal Agora! Uma enorme paixão me devora Alegria partiu, foi embora Não sei viver sem teu amor Sozinho curto a minha do...

Mainha Me Ensinou - Maria Rita

Ainda me lembro com clareza O que mainha me ensinou A respeitar a natureza Pela fartura sobre a mesa agradecer ao Criador Sempre andar num bom caminho Tirar o espinho de uma flor Pra dar e receber carinho Pra não viver em desalinho Só se entregar a um grande amor Pra dar e receber carinho Pra não viver em desalinho Só se entregar a um grande amor Ah! Encontrei um amor assim É tudo o que sonhei pra mim Num amanhecer (Eu e você) Quando entardecer (Você e eu) O tempo já passou A gente nem notou Anoiteceu E deixa clarear (Que um anjo bom) Chegou pra completar (Nossa paixão) Felicidade minha Hoje eu sou mainha Mainha tem razão Ainda me lembro com clareza Esta música está no CD Coração a Batucar

Fechando Março e o Verão Com As Águas de Tom Jobim

Composta por Tom Jobim há 41 anos, foi eleita pela Folha de São Paulo (juri com jornalistas, músicos e  outros artistas) em 2001 como a melhor canção brasileira de todos os tempos.  Águas de Março, ganhou notoriedade na voz do autor e de Elis Regina. Música e literatura, nunca estiveram distantes e com a grande música de Tom Jobim não é diferente. A composição foi feita numa época em que o autor estava bastante triste, sentindo-se acabado como artista. Esse sentimento pessoal somado a um poema de Olavo Bilac: O Caçador de Esmeraldas ¹  e um ponto de macumba ² que lhe inspiraram, resultaram nessa beleza de música que você pode ouvir aqui com Maria Rita. (1) - Foi em março, ao findar da chuva, quase à entrada do outono, quando a terra em sede requeimada bebera longamente as águas da estação...  (Olavo Bilac) (2) É pau, é pedra, é seixo miúdo, roda a baiana por cima de tudo (Grav. J.B de Carvalho) Fonte: Como Surgiu a ...

Última Crônica Cantada: Atrás Poeira, Ivan Lins

                         A partir de hoje esta postagem passará a chamar-se " Mais Que Música ". Além da mudança no título mudo também a forma. Deixo o link do video no final da letra e trago apenas músicas que tenham me emocionado.  Não tivesse melodia, Atrás Poeira poderia ser uma  crônica ou um poema.  Conheci recentemente e acho uma das melhores crônicas cantadas que já coloquei aqui. A blogueira agradece sugestões.   Atrás Poeira Ivan Lins e Vitor Martins Ele pegou um baio E como um raio Sumiu no atalho Na algibeira Tinha um retrato E um baralho Na frente nada Atrás poeira Atrás porteira Atrás da Rita Que foi bonita Que anda bebendo Que anda correndo Atrás do tempo E dos rapazes Que eram capazes De ir a fundo Te dar o mundo Te dar o brilho Que as mulheres Têm quando casam E lhes dão filhos Tava perdido Mas é sabido Qu...

Crônicas da M.P.B: Três Apitos, Noel Rosa

Três Apitos  Noel Rosa Quando o apito da fábrica de tecidos Vem ferir os meus ouvidos Eu me lembro de você Mas você anda Sem dúvida bem zangada E está interessada Em fingir que não me vê Você que atende ao apito De uma chaminé de barro Por que não atende ao grito tão aflito Da buzina do meu carro? Você no inverno Sem meias vai pro trabalho Não faz fé com agasalho Nem no frio você crê Mas você é mesmo Artigo que não se imita Quando a fábrica apita Faz reclame de você Sou do sereno Poeta muito soturno Vou virar guarda noturno E você sabe porque Mas você não sabe Que enquanto você faz pano Faço junto do piano Estes versos prá você Nos meus olhos você vê Que eu sofro cruelmente Com ciúmes do gerente impertinente Que dá ordens a você