Como se fosse numa tela De Marie Laurencin, O que se vê são seus olhos De animalzinho atento. Tudo é tão atmosfera, O gesto, a cor, o movimento Que se supõe seja ela Uma inventiva do vento. Talvez não esteja pronta… Porém, em tanto mutar, Tem aqueles olhos graves E os seios bem no lugar. Em:Mário Quintana, seleção de Fausto Cunha Ed.Global 2006 pág.54 Imagem: A Journey for Love, the japan times. Museu de arte da prefeitura da nagasaki
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