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Mostrando postagens com o rótulo Antonio Xerxenesky

Prêmio São Paulo de Literatura - 2022: Vencedores

Passa-se em 1952,  e é centrada em Nicolas. Ele é um psiquiatra francês convidado para trabalhar em um pequeno vilarejo, na Suíça, onde há um hospital psiquiátrico conhecido por utilizar métodos humanizados para tratar seus pacientes.    É nesse contexto que surge a clorpromazina, antipsicótico aplicado no tratamento de pacientes esquizofrênicos. O fármaco demonstra ser eficaz com alguns internos do hospital, sendo festejado como um milagre, o que deixa Nicolas em dúvida a respeito de sua própria função. Ele é casado com Anna, uma jornalista que começa a se interessar cada vez mais pela física e pela ciência, empolgada com as descobertas da época. Ao mesmo tempo, ela passa a perceber que a melancolia está se apossando do marido. Os dois começam a travar diálogos em que, de um lado, ele defende a metafísica e a psicanálise, enquanto ela toma lado do racional e do científico. (fonte: GZH) Uma Tristeza Infinita , Antonio Xerxenesky, melhor romance de 2021 O livro Terrapreta ...

Antônio Xerxenesky, Escritor Novo No Pedaço...

Vem do Rio Grande do Sul  Antônio Xerxenesky, 26, com o romance "Areia nos Dentes" autor estreante na literatura brasileira; abaixo entrevista do gaúcho concedida ao  caderno Ilustríssima da folha de São Paulo: Folha - Foi difícil escrever e publicar? Antônio Xerxenesky - Publicar é algo que se tornou muito fácil no Brasil. Há uma proliferação de pequenas editoras e, com o advento dos computadores, qualquer grupo de amigos pode abrir uma editora independente. Escrever um romance, porém, foi muito mais complicado. Os jovens são treinados para escrever contos, que, apesar de trazerem suas próprias complexidades, não precisam de muito fôlego. Um romance exige disciplina. Folha - Como vê o seu livro no contexto da literatura brasileira contemporânea? Antônio Xerxenesky - O que há de mais interessante na literatura brasileira contemporânea, creio, é a pluralidade de estilos. Há espaço tanto para narradores experimentais, como André Sant'Anna e Joca Rei...