...Minha irmã, ela é a melhor parte da minha infância, minha cúmplice que me ajudave quando meu pai me deixava de castigo, levando comida e mimos para mim. Ela me ajudou a relembrar muitas coisas para este livro. Ela também possui algumas mágoas com o pai, mas estas, deixei em silêncio. O importante é que o amor é sempre maior. O Fábio, que nos emprestou o carro e sempre nos apoiou. A família toda do meu pai. Apesar de certa distância nos relatos, o fato é que tive os melhores primos, Kooji, Tiemi, Saori... E as irmãs do meu pai, Mimi e Eiko, sempre me acolheram em tantas e tants vezes, inclusive quando meus pais estavam no Japão. Na verdade, se falo que meu pais de certa forma cuidou de meus primos, minhas tias cuidaram da minha irmã e de mim também. ( O autor finaliza o livro com longo e carinhoso agradecimento a familiares e amigos, cujas razões o leitor vai vendo no decorrer da leitura do livro) O Silênio de Kazuki: Qual é a distân...
O arco da chuva disparou mil flechas de água sobre a caatinga de um tom gris. E o camponês ouvir ir pelas frestas da janela a canção - tarde feliz! O seu tosco aposento esguia réstia de lua, vinda a noite, também quis saudar e àquela alma tão modesta mas de crença e virtude as mais sutis. O arco da chuva, nos seguintes dias retesado, outras vezes enviou flechas de água, de verdes e alegrias. E o campônio outra vez o chão lavrou e as suas mãos calosas e vazia o céu daquele março abençoou. Em: Dunas, Livo de sonetos. Luciano Maia. academia Cearence de Letras 1984, pág.180