Ponho-me às vezes a cismar como seria belo o fim do mundo. Antes de Cristo… Nos campos verdes Decorativas ossadas ...
Vai, vez, um fim de tarde, saía eu com o Sung, para nosso passeio, que era o de não querer ir longe nem perto, mas buscar o certo no incerto, a tão bom esmo. Só me esquece a data. Cumprindo-nos, também, conferir as amendoeiras. Seria em março as frutinhas do verde já boladas? abril: as folhas birutas, com lustro sem murcho, dando ponto às sanguíneas e às amarelinhas de esmalte. Se em maio, aí que, por en-frequentam e se beliscam um isto de borboletas, quase límpidas, amadurecem as frutas, cheirando a pêssego e de que os morcegos ávidos? Talvez em junho, que as drupas caídas machucam-se ilegíveis roxos. Também julho, quando se colorem ainda mais as folhas, caducas, no enrolar-se, vistosas que nem as dos plátanos de Neuilly ou de San Miníato al Monte, e as amêndoas no chão são tantas? Seja em agosto - despojadas. Ou em setembro, a desfolha espalhando nas calçadas amena saropueira, em que feerem ainda árduos rubros. Sei não, sempre é tempo de amendo...