O irmão mais novo foi assassinado, numa rixa de botequim lá na cidade. A notícia lhe chegou logo, trazida à fazenda por um de seus vaqueiros. O assassino havia fugido, tomando rumo ignorado. - Se o senhor quiser, nós vamos caçar o homem, patrão. -Deixa – ordenou ele: Isso é serviço para mim. Na manhã seguinte, depois do enterro, montou no seu cavalo e partiu. Virou a região de pernas para o ar, colhendo informações aqui e ali: eram parcas as notícias do assassino. Acabou perdendo seu rastro e ao fim de uma semana regressou, estropiado, sujo, barba por fazer: - Não faço esta barba enquanto não der cabo dele – jurou. A mulher sugeriu-lhe que ao menos tomasse um banho. Recusou-se: - Quando raspar a barba eu tomo. E se deixou ficar, como estava, estirado na rede. Nos dias que se seguiram não...
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