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Mostrando postagens com o rótulo desapego

Vende-se Tudo, Desapego. Marta Medeiros

No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou: - Que coisa triste ter que vender tudo que se tem. - Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida. Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convida...

Eu deixei um livro errante...

Pânico, Terror e Aflição        Até que enfim consegui liberar meus errantes.Não sei como foi para vocês, mas até a escolha dos títulos me deixou atarefada. Muito difícil praticar o desapego em relação a tudo que é tão querido, não é mesmo? Libertados: Xangô de Baker Street (Jô Soares), deixado no ônibus 996:O Perfume (Patrick Süskind), deixado no café do cinema Unibanco Artplexe Harry Potter (o 1º da série), deixado na lanchonete ao lado de colégio Pedro II,Sobre o Xangô:Foi o primeiro livro que liberei. Passei três dias andando com ele dentro da bolsa.Eu pensava: não quero deixar no Shopping, as pessoas lá (provavelmente) têm acesso a livros.Banco de ponto de ônibus? E se um desses catadores de lixo jogar meu livro fora? Pior, e se um doido puser no lixo? Paranóia! Eu precisava saber que destino aguardava meu Errante!Por fim, decidi deixar o livro no tal ônibus 996.É um ônibus que liga Rio/Niterói, onde é muito grande o fluxo de estudantes, sobretudo da UF...

Livro Errante onde menos se espera

Você esteve no Shopping Aldeota dia 10 de março? Olhou bem para o chão onde pisou no Restaurante Mistura Pauilista? no elevador? e no balcão de uma cafetria? Você que anda apressado, qualquer dia pode encontrar um livro no capô de seu carro estacionado, no toalete de shoping, na cadeira de cinema, banco de praça, assento de ônibus, igreja. Onde menos se espera, tem um Livro Errante em mais de uma capital e grande cidade do país. Gostou da idéia? claro que sim. Simpática não é? Faça o mesmo, deixe aquele livro que você já leu há anos em algum lugar público para que seja lido novamente , deixado, lido etc etc.L.E conta com você. Vamos nessa?

1 ano da comunidade Livro Errante

Ontem, a comunidade Livro Errante comemorou 1 ano . Por isso, deixamos em alguns pontos das cidade de: Fortaleza, Caxias do Sul e Porto Alegre,Salvador, Recife e São Paulo os livros: 13 Histórias Que Até A Mim Assustaram – A. Hitchcock A Casa Dividida – Alberto Moravia A Ciociara – Alberto Moravia A Morte e A Morte de Quincas Berro d´Água – Jorge Amado As Crônicas Marcianas – Bray Bradburry Bacamarte, Pólvora e Povo – Olimpio Bonald Neto Bar Don Juan – Antonio Calado Budapeste – Chico Buarque Carga Pesada – Orlando Lemos Clara dos Anjos – Lima Barreto Coletânea de Contos Concurso do Estado do Paraná Coletânea de Contos Sobre a Infância – div. Autores Contos, Tchecov Gêmeos Não Se Amam – Robert Ludlum Iacoca, Uma Autobiografia – Lee Iacoca Lolita – Vladimir Nabokov Mas Não Se Mata Cavalo? Horace McCoy Melhor que a Encomenda – Fred Dantas Memórias de Um Descasado – Antônio Luis Fontela Mme. Bovary – Flaubert Na Sala Com Danusa – Danusa Leão No Tempo Das Borboletas...