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Mostrando postagens com o rótulo Rita Gullo

Com Inveja de Ignácio de Loyola Brandão. Fazer o Quê?

           Há 5 anos, conheci Ignácio de Loyola Brandão pessoalmente .  Fui ao lançamento recifense do livro Solidão No Fundo  da Agulha (Fundação Carlos Chagas 2012).  Àquela época só conhecia o autor através de textos lidos em sites.  No teatro ele falou de sua ligação  que com a cidade do Recife e eu imaginei logo que uma pessoa com boa lábia poderia ser também excelente contador de história em livros. Me detive, então, no seu porquê de ter escrito esse livro.        Excetuando a forte ligação com a cidade, puro marketing, achei interessante a sugestão e acatamento da ideia de escrever sua história com determinadas músicas. Sim, nas mãos de um escritor a prosaica Ciranda Cirandinha pode dar uma história e tanto. O título do livro, sabiamente tirado de um comentário... Tudo me pareceu suficientemente interessante. Loyola Brandão encantou, prendeu a plateia mentindo lindamente e,...

Meu segundo dia na Fliporto

                                    Só agora, conto o que vi e mais gostei na Fliporto. Os organizadores deram muita importância ao público infantil e isso ne agradou. Mais de uma árvore ao redor do lago, serviu para pendurar livros, colocar cadeirinhas, um contador de histórias, almofadas e climatizadores. Em todas as árvores havia muitas crianças ou famílias.  Sesi, Focca, Banco Itau, Colégio Lubienska e mais de uma livraria dedicaram-se à formação de novos leitores.   Hoje aprendi sobre José Lins do Rego o que nenhum professor me ensinou. Zé Lins, liberto do Regionalismo era totalmente desconhecido. Vou ler o autor novamente, agora com outros olhos. José Lins só tem outra face completamente fora da temática do norddeste porque nao deu ouvidos a Manuel Bandeira, que o aconselhava...