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Mostrando postagens com o rótulo Maranhão

Melhores Livros de Cada Estado Brasileiro, Região Nordeste

NORDESTE ALAGOAS Obra: “Vidas Secas” (1938), Graciliano Ramos Sinopse: A crueldade da seca e a vida miserável fazem com que uma família de retirantes sertanejos seja obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas do sertão brasileiro nordestino. O estilo seco de Graciliano Ramos parece transmitira aridez do ambiente e seus efeitos sobre as pessoas que ali estão. Pertencente à segunda fase modernista, conhecida como regionalista, esta é qualificada como uma das mais bem-sucedidas criações da época. (Amazon) Sugestão do blog: indico a leitura da obra do poeta e romancista alagoano Lêdo Ivo BAHIA Obra: “Capitães da Areia” (1937), Jorge Amado Enredo: Amado escreve sobre meninos abandonados que crescem nas ruas de Salvador e que cometem furtos para sobreviver. O líder do grupo é Pedro Bala, de 15 anos, filho de um estivador que morreu em uma greve. É um romance com forte crítica social. Outras recomendações:Gabriela Cravo e Canela e  Tereza Batista Cansada de Gue...

Maria Firmina dos Reis. Não Conhece? Vem Comigo, Então

      São Luís, 11 de agosto de 1860. Logo nas primeiras páginas do jornal  A Moderação , anunciava-se o lançamento do romance   Úrsula , “original brasileiro”. O anúncio poderia passar despercebido, mas algo chamava atenção em suas últimas linhas: a autoria feminina da “exma. Sra. D. Maria Firmina dos Reis, professora pública em Guimarães”. Foi assim, por meio de uma simples nota, que a cidade de São Luís conheceu Maria Firmina dos Reis – considerada a primeira escritora brasileira, pioneira na crítica antiescravista da nossa literatura. Negra, filha de mãe branca e pai negro, registrada sob o nome de um pai ilegítimo e nascida na Ilha de São Luis, no Maranhão, Maria Firmina dos Reis (1822 – 1917) fez de seu primeiro romance,  Úrsula  (1859), algo até então impensável: um instrumento de crítica à escravidão por meio da humanização de personagens escravizados. “Em sua literatura, os escravos são nobres e generosos. Estão em pé de igualdade co...

Meu Povo, Meu Poema, Ferreira Gullar

Meu povo e meu poema crescem juntos como cresce no fruto a árvore nova. No povo meu poema vai nascendo como no canavial nasce verde o açúcar No povo meu poema  está maduro como o sol na garganta do futuro Meu povo em meu poema se reflete como a espiga se funde em terra fértil Ao povo seu poema aqui devolvo  menos como quem canta do que planta. In:Gullar, Ferreira,Poemas,seleção de Alfredo Bosi, São Paulo,Global Editora 1983 Fotografia de: Marco Pimenta

Calem a Boca Nordestinos, José Barbosa Júnior.

O autor explica que escreveu o texto abaixo, depois que uma jovem fez uma declaração muito infeliz contra os nordestinos no Twitter, onde pedia,raivosa, que os nordestinos (entre outras coisas)  calassem a boca. Vamos à defesa do mineiro José Barbosa Júnior:  Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste! Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país? Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz? Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tud...

Pancadaria em Lançamento de Livro

Honoráveis Bandidos - Palmério Dória Ed. Geração Páginas: 208 Na noite de autógrafos dia 5 de novembro na cidade de São Luis do Maranhão estudantes ligados à família Sarney ( retratada no livro ) atiraram ovos e uma torta no autor do livro e ainda discutiram com os participantes do evento. O Sindicato  dos Bancários, onde aconteceu o episódio, informou  que os aproximadamente 15 estudantes também causaram  danos ao patrimônio  da entidade e que esse comportamento  lembrava fatos dos anos 50 e 60,   quando o Maranhão vivia no atraso  da lei  da força bruta e da intolerância