Sei que a Fênix das cinzas ressuscita E o deserto acomoda os dromedários... Dá o gato, seus pulos necessários Cada um, ao seu modo, se habilita. Nosso dom, faz a vida tão bonita! Mas falhamos, nas lides dos "contrários:" Divergimos dos pâramos solidários Desprezando o melhor que nos habita! Urge o tempo que a nossa consciência Dissemine a celeste fluorescência Desterrando o que temos de "feroz". Nesta prece, que faço em cada verso, Rezo ao MANTRA que paira no Universo Que restaure o amor em todos nós! João Pessoa, 21/01/23