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Mostrando postagens com o rótulo analfabetismo

Analfabetismo Funcional Afeta Ensino Superior

Entre os estudantes do ensino superior no País, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita , segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade. Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de 2 mil pessoas entre 15 e 64 anos. O indicador classifica os avaliados em quatro níveis diferentes de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações. 

Comentário de setembro: Educação de faz-de-conta

     Em Abril, neste blog, com o título: " O que podemos fazer?" comentei sobre o baixo índice de leitura do brasileiro.       Na ocasião falei que o preço do livro não era o responsável, pelo menos não o principal. Creditei à baixissima qualidade da alfabetização.      De lá para cá, só tenho defendido a minha tese. Para tal até me dou como exemplo: se alguém me der um livro em inglês. Pode ser fininho e de vocabulário simples, o que vai acontecer? Por curiosidade vou tentar ler. Depois de ultrapassar 30 palavras e ou expressões vou parar, sem nunca mais retomar a leitura. Por que? Resposta fácil: não sei falar inglês. Simples assim.      É o que ocorre com número exorbitante de crianças e jovens: não sabem ler nada ou leem tão mal que não conseguem compreender e aí, lá se vai o interesse pela leitura.  Campanhas, governamentais ou não, de doação de livros são unicamente dinheiro jogado ...

Oasis da educação no Brasil

A mais alfabetizada   Menos de 1% da população com mais de 15 anos de São João do Oeste, oeste catarinense, é analfabeta. A taxa é semelhante à do Japão. A erradicação do analfabetismo se deve ao empenho de padres de origem alemã, que construíram uma igreja e uma escola na cidade logo que a região foi povoada, nos anos 30.   Sobre a cidade: Fundada em 1992 - área: 162Km2 - população:6.020 hab. - dens. demográfica:31,8h/km2 (Fontes: Revista Veja ed.2070 de 23/07/2008 e Wikipedia) A maior freqüência escolar: Desde 2006 não há evasão escolar em Orindiúva no noroeste paulista. A conquista, semelhante à da Finlândia, garantiu ao município o primeiro lugar no ranking de responsabilidade fiscal e social elaborado pela Confederação Nacional dos Municípios. Sobre a cidade:Fundada em: 1964 -área: 249 km² - população:3916hab - dens. demográfica : 15,73 hab/km² (Fontes: Revista Veja ed.2070 de 23/07/2008 e CityBrasil)

Um País de Não-Leitores, matéria da Le Monde Diplomatique

Em 2002, um quarto da população brasileira com mais de 10 anos de idade tinha menos de quatro anos de estudos completos: 32 milhões de analfabetos funcionais. Estatisticamente, o brasileiro não estuda, e quem não estuda não lê. L ucas Murtinho   (02/02/2008)      Em 1952, a editora americana Doubleday criou o selo Anchor Books, dedicado a lançar obras de ficção literária em formato de bolso. Na autobiografia Book business: publishing past present and future [ 1 ], Jason Epstein, editor da Doubleday e responsável pelo lançamento do selo, explica o raciocínio por trás da iniciativa: depois da Segunda Guerra, a porcentagem de americanos com estudo superior aumentou sensivelmente graças à G. I. Bill, uma lei de financiamento dos estudos de veteranos de guerra; muitos desses novos estudantes não teriam dinheiro para comprar os livros que precisariam ler para a faculdade ou que gostariam de ler após os estudos; era preciso, portanto, disponibilizar esses livros num format...

Comentário: O Que Podemos Fazer? Regina Porto

     Recebo de Letícia matéria sobre hábitos de consumo de cultura pelo brasileiro. A matéria,encomendada pela Fecomercio-RJ, mostra que nós vamos pouco a shows, teatro, cinema e lemos pouco. “-- A pesquisa derruba todo o cenário construído até agora sobre o tema, que fala muito de preços altos e do medo da violência na rua. Ela mostra que o brasileiro não consome cultura porque não conhece e, por isso, não gosta. É uma falta de hábito que leva ao desinteresse, o que só pode ser resolvido num trabalho de longo prazo – resume o presidente do Sistema Fecomércio-RJ, Orlando Diniz.” Prossegue dizendo que a falta de hábito foi constatada em todas as classes sociais. Detenho-me nos livros e encontro, ainda na matéria, o que se segue: “Do total de entrevistados, 69% disseram, por exemplo, que não leram nenhum livro ano passado.”      A pesquisa diz que é irrelevante se da classe A ou D se tem instrução universitária ou básica. A pouquíssima leitura é a mesma. Some...