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O Menino Maluquinho - BiblioTheo

Era uma vez um menino maluquinho...   Se eu escrevesse pra criança, sempre começaria assim: era uma vez...   Essa frase tem poder  de remeter imediatamente à magia. Pelo menos comigo funciona.  Era uma vez... duas crianças que ganharam esse livro de Ziraldo.  Eram como o protagonista: travessos, simpáticos, enrolões, enchiam a casa e minha vida de alegria. Cresceram e, também como o Menino Maluquinho , ficaram pessoas legais.  Muito legais.  Muuuuuuuuuuuuuuuito legais, na verdade.   Esse livro tornou-se um clássico, que originou dois filmes (1995 e 1997) uma série em revista de quadrinhos.  Não assisti aos filmes nem acompanho mais os personagens. A linguagem o livro ficou ultrapassada logicamente.  Lá se vão muitos  anos do lançamento! Bem, continuando... Era uma vez, outra vez, meu netinho fofo... que nasceu 34  depois que Ziraldo escreveu o Menino Maluquinho. Ele tem o livro, é trave...

E Se Eu Comprar Um Kindle? Regina Porto

     Já me imagino lendo livro digital. Ops, livro digitalizado!!   Como seria?  Me sentiria o máximo, claro, mas concluiria que teria de viver no mundo do Kindle e no de papel.        São décadas de treinamento nos rituais dos viciados em livros.   Aposto que continuaria entrando nas livrarias, perambulando por todos os setores, prestando atenção nas capas. Sim, elas são atraentes. Cheirando o(s) livro(s) escolhido e, se resistisse,  compraria o produto digital.      Pensa que é fácil sair sem carregar uma sacola com pelo menos 1 exemplar? A sacola faz parte do ritual dos deuses das traças.        E presentear?  Aliás, receber de presente um livro digitalizado? Cadê o pacote? E a sensação prévia de qual livro será?  Ver a felicidade no rosto do doador, já não é um presente em si?       Estava em São Paulo no...

Poderoso Theo, meu neto

       Por alguns dias, deixei o blog de mão.      Qual razão eu teria pra ficar buscando poema, conto, crônica ou notícias postáveis se meu primeiro neto ia nascer?     Seria parto natural, sem data marcada, portanto. Fui para São Paulo, levando lençóis de berço, de carrinho e cueiros. Ah, queijo de coalho e sombrinha de frevo também. Tá  certo, em embalagens separadas,tudo despachado.       Bagagem de mão: Trident  para mascar evitando dor de ouvido no pouso, muita apreensão e o notebook. Viagem  zen quando os pensamentos voam junto e eu estava repetindo, noutra posição, uma história feliz.      Sobrevoando o mar, conjecturei como seria aquele bebê. Misturei, em mais de uma alternativa,  traços do pai e da mãe lembrando ter feito o mesmo com meu filho sem nenhum acerto. Meu devaneio encurtou o tempo do voo.      Encontrei Theo naquele barri...