Sempre que falas Tuas poucas palavras Não têm amor És de um inverso Ao sério Amargo e vão Só te contentas Com o escárnio Vil e cruel Sustento novamente um triste ser Cansado e entorpecido sem saber De todas as revoluções que o mundo dá Quando é que a tua vai passar Sempre que gritas Tuas ordens pálidas Não tens amor És um repúdio Um tédio Um mal-humor Só te orientas Por mentiras E por papel Sentindo um antigamente florescer No peito de quem julga sem saber Tanta revolução no mundo há Quando é que a tua vai passar? Sempre que calas - Não tens amor Te mostro o espelho Te leio Não tens amor Te jogo na cara Teu erro Não tens amor Sustento ativamente um livre ser Perfeita discordância de você Tantas revoluções o mundo dá Decerto a tua vai passar
Poesia, conto, crônica, encontre bons autores e textos aqui.