Era uma vez uma velhinho que toda manhã bem cedo, sentado num banco de uma pequeno parque em Barranco, contemplava o mar. Fonchito via de sua casa, emquanto se preparava para ir para o colégio. Aquele velhinho o intrigava: o que fazia ali, sozinho, a essa hora, todos os dias? Sentia um pouco de pena dele. Um dia, não aguentando mis de curiosidade, logo depois de acordar we antes de que o ônibus do colégio viesse buscá-lo, saiu de casa e foi até o parquinho. Sentou no mesmo banco que o velho e, após um instante de hesitação, tomou coragem e murmurou: "Bom dia". O velho se virou para olhá-lo. Fonchito reparou que em seu rosto cheio de rugas cintilavam uns olhos vivos e ainda jovens. Uns olhos tão intensos que parecias ter visto todas as maravilhas que existem no mundo. Seu cabelo era muito branco, assim como as sobrncelhas, e sua cútis, barbeada com esmero, era muito pálida quase translúcida. Parecia muito frágil; sua magrza extrema lhe dava aspecto quase irr...
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