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Mostrando postagens com o rótulo Magda Szabó

O Que Li Em 2022

  Me surpreenderam : A Rosa Mais Vermelha Desabrocha , Liv Stromquist,  Pontal do Pilar , Paulo César Pinheiro, Um Outro Brooklin , Jacqueline Woodson Sugiro o(a) autor(a) : Sefi Atta ( Tudo de Bom Vai Acontecer ), Toni Morrison ( O Olho Mais Azul ), Norberto Morais ( A Balada do Medo ), Jacqueline Woodson ( Um Outro Brooklin ) Livros que me ensinaram muito : A Biblioteca da Meia-Noite , Matt Haig; Arrancados da Terra , Lira Neto; As Sinhás Pretas da Bahia, Suas Escravas, Suas Joias , Antônio Risério; 

Melhores Leituras de 2022 - Grupo LivroErrante

                        Grupo LivroErrante , escolheu suas melhores leituras.  Os livros Dôra Doralina, Raquel de Queiroz, Cavalos Partidos ,  Jeannette Walls e   A Porta , Magda Szabó foram os destaques de 2022. Outros livros citados foram : Meio Sol Amarelo, Chimamanda Ngozie                                                O Pecado de Porto Negro, Norberto Morais                                                A Bíblia Envenenada, Barbara Kingsolver                                                Assombrações, Domenico Starnone       ...

A Porta, Magda Szabó - resenha de Angelica Lino para a Revista Bula

Enquanto folheava o catálogo de clássicos esquecidos de uma pequena editora em Paris, o editor italiano Roberto  Calasso (1941-2021) encontrou um nome do qual jamais se esqueceria. Ele começou a ler o romance “Rebeldes’’ e percebeu que estava diante daquelas descobertas raras, a grande sorte dos editores. Após 50 anos de vácuo editorial, o autor húngaro Sándor Márai foi colocado no seu devido lugar, ao lado de Joseph Roth, Musil, Thomas Mann e Kafka. A chegada no Brasil do romance “A Porta’’ (Intrínseca, 256 páginas), da escritora húngara Magda Szabó também tem a luz de um grande acontecimento. Publicado em 1987, na Hungria, o livro só alcançou o lugar de destaque internacional após ser traduzido para o inglês em 2005 e entrar, dez anos depois, na lista dos Melhores Livros de 2015 do “The New York Times”. “É surpreendente que esta obra prima tenha sido essencialmente desconhecida para os leitores de língua inglesa por tanto tempo. . . basta dizer que fui assombrado por este romance...