Pular para o conteúdo principal

Hans Anderson, Pai do Conto de Fadas

     O Patinho feio, uma das mais conhecidas histórias infantis do mundo, é quase um conto cujo personagem é o próprio Hans Christian Andersen (1805-1875). O autor também teve de afastar-se de seu meio para sobreviver e também era muito feio.
     Hoje, este dinamarquês que em sua obra usou o repertório de  lendas bem contadas por sua  mãe analfabeta, estaria fazendo 200 anos. 

Quem conheceu?
Com versão para cinema feita pelos estúdios Disney que lhe dá final feliz. Originalmente o príncipe rejeita a sereia que acaba por virar espuma do mar.
Estátua de Hans Anderson no Central Park

(Por causa da história tornou-se tradição ganhar soldadinhos de chumbo de presente).
A Princesa e a Ervilha
(Crítica à nobreza de seu tempo)
O Patinho Feio









O blog sugere:
Biblioteca Municipal Hans Andersen
Endereço: Av. Celso Garcia, 4142
Tatuapé - 03064-000 São Paulo, SP
Tel.: 11 2295-3447
Horário: 2ª a 6ª feira das 8h às 17h e sábado das 9h às 16h
bmhanscandersen@yahoo.com.br

Ou visite o site: da Biblioteca Hans Anderson

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Beleza Total, Carlos Drummond de Andrade.

A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços. A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda a capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa. O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito. Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um di...

O Mendigo do Viaduto do Chá, Regina Ruth Rincon Caires

     A moeda corrente era o cruzeiro. A passagem de ônibus custava sessenta centavos. O ano era 1974.       Eu trabalhava no centro da cidade, em um banco que ficava na Rua Boa Vista. Morava longe, quase ao final da Avenida Interlagos, e usava diariamente o transporte coletivo. Meu trabalho, no departamento de estatística, resumia-se a somar os números datilografados em planilhas e mais planilhas fornecidas pelas agências do banco. Somas que deveriam ser checadas, e que eram efetuadas nas antigas calculadoras elétricas com suas infernais bobinas, conferidas e grampeadas nas respectivas planilhas. Não fosse o café para espantar o sono durante as diárias e rotineiras oito horas de trabalho, nenhuma soma teria sido confirmada.

Vamos Pensar? (31)