Resumo do livro ‘A Visão das Plantas’
A história segue o capitão Celestino, um homem que foi pirata e capitão de um navio negreiro. No início do livro, Celestino retorna à sua cidade natal, abandonando sua vida anterior. Ao chegar em casa, dedica-se intensamente ao cuidado de seu jardim, que, com o tempo, se torna exuberante e belíssimo.
O bairro, no entanto, devido a sua reputação, não tardou a espalhar rumores sobre ele, acusando-o de ter feito pactos com o diabo ou até de ser o próprio diabo encarnado.
O passado sombrio e o jardim como refúgio
Celestino, um homem marcado por um passado de crueldade e violência, cometeu inúmeros crimes brutais, e, ao longo da história, ele é atormentado por espíritos de pessoas que ele torturou e matou. Apesar disso, as plantas de seu jardim demonstram gratidão a ele, sem se importar com suas ações passadas.
Assim, a narrativa estabelece um contraste entre suas ações cruéis e o carinho dedicado ao seu jardim, um espaço de afeto e beleza.
Metáforas e reflexões
Em “A Visão das Plantas”, Djaimilia Pereira de Almeida utiliza o jardim como uma metáfora rica para os dilemas internos do protagonista, criando uma obra que entrelaça filosofia, história e ecologia, e que nos leva a refletir sobre a complexidade da alma humana.

Comentários
Postar um comentário
comentários ofensivos/ vocabulário de baixo calão/ propagandas não são aprovados.