...Minha irmã, ela é a melhor parte da minha infância, minha cúmplice que me ajudave quando meu pai me deixava de castigo, levando comida e mimos para mim. Ela me ajudou a relembrar muitas coisas para este livro. Ela também possui algumas mágoas com o pai, mas estas, deixei em silêncio. O importante é que o amor é sempre maior.
O Fábio, que nos emprestou o carro e sempre nos apoiou.
A família toda do meu pai. Apesar de certa distância nos relatos, o fato é que tive os melhores primos, Kooji, Tiemi, Saori... E as irmãs do meu pai, Mimi e Eiko, sempre me acolheram em tantas e tants vezes, inclusive quando meus pais estavam no Japão. Na verdade, se falo que meu pais de certa forma cuidou de meus primos, minhas tias cuidaram da minha irmã e de mim também.
( O autor finaliza o livro com longo e carinhoso agradecimento a familiares e amigos, cujas razões o leitor vai vendo no decorrer da leitura do livro)
Qual é a distância do silêncio entre um pai e um filho, separados por tantas palavras que morrem no abismo? O pai, já quase morto ao nascer durante a Segunda Grande Guerra Mundial, em território invadido pelos japoneses na China, segue para a gélida ilha de Hokkaido após a derrota. Com um novo fracasso, os Kondo partem para o outro lado do mundo. O filho, nascido no Brasil, busca a identidade do pai. Os fragmentos da memória paterna compõem um quase diálogo, que só pode ser completado por lembranças do passado. Enquanto o Câncer entra na guerra contra o octogenário e cansado pai, o filho tenta se unir a ele, na esperança de que consigam vencer ao menos uma batalha juntos, em uma comovente tentativa de reconciliação. (site: Amazon)

Comentários
Postar um comentário
comentários ofensivos/ vocabulário de baixo calão/ propagandas não são aprovados.