Oh! Romã do pomar, relva, esmeralda, olhos de Ouro e azul, minha Alazã! Ária em cordas de Sol, fruto de prata, meu chão e meu anel , Céu da manhã! Ó meu sono, meu sangue, dom e coragem, água das pedras, rosa e belveder! Meu candeeiro aceso da Miragem meu mito e meu poder, minha Mulher! Diz-se que tudo passa e o Tempo duro tudo esfarela: o Sangue há de morrer! Mas quando a luz me diz que esse Ouro puro se acaba por finar e corromper, meu sangue ferve contra a vã Razão E pulsa seu Amor na escuridão!