segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Academia Brasileira de História em Quadrinhos.


                                           
      
Pensa que é brincadeira?  De jeito nenhum! Seguindo os moldes da tradicional Academia Brasileira de Letras, foi criada no dia 30 de janeiro a ABRHQ. 





  


Como é organizada?   
Tem 20 membros: cartunistas, desenhistas e historiadores que foram diplomados:

Francisco Ferreth,
Johnny Simões Fonseca,
Carlos Felipe de Souza Oliveira,
Helio Guerra;
Fernando Resky,
Sérgio Pereira Lima,
Agata Desmond,
Flávio Collin Filho,
Rodrigo Somcin Gonzalez,
Ranieri Andrade,
Lincoln Augusto
Nery de Hollanda Oliveira,
Carlos Eugênio Baptista,
Fabio Moraes, André Aurnheimer,
Carlos Alberto de Carvalho,
Fernando Jorge Silva,
Wladimir Weltman,
Marcus Moraes,
Bira Dantas e Amorim. 
Eles ocupam cadeiras simbólicas que homenageiam mestres do passado (corresponde aos patronos na ABL): 

Angelo Agostini,
Antonino homobono,
Alex Reymond,
André leblanc,
Carlos Arthur Thiré,
Eugênio Colonesse,
Edmundo Rodrigues,
Flavio Colin,
Gedeone Malagola,
Gutemberg Monteiro,
Ivan Whast Rodrigues,
Jayme Cortez,
Jerônimo Monteiro,
Luiz Sá,
Miguel Falcone Penteado,
Moisés Weltman,
Sérgio Lima,
Nico Rosso 
Qual o objetivo?
Preservar a memória dos quadrinhos e trabalhar a valorização da nona arte e o reconhecimento profissional dos artistas.

Minha opinião?  Gostei da ideia. Os quadrinhos têm uma função bem mais abrangente que o simples ( o que não é pouco) entretenimento. Precisa ser visto como merece: uma arte muito trabalhosa e um documento de uma época.


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