sábado, 25 de fevereiro de 2012

Crônica-cantada: Pilosofia Vurtuguesa, Eduardo Dusek


La la la láa. 2x
La la la la la

Ai uma coisa eu não aconcebo,
E nem posso aconcebeire,
Porque é que o sol nasce de dia,
Quando não devia seire.

Pois se de dia que é tudo tão claro,
O que o sol vem aqui fazeire?
Já que de noite quando é tudo escuro,
É que ele deveria de seire.

La la la láa. 2x
La la la la la

Ai portugal não foi para a guerra,
Mas tampouco também não acovardou-se,
Cobriu portugal com um pano,
Escreveu em cima: "portugal mudou-se".

Vocês tem vatapá e feijoada,
Lá nós temos vinho e bacalhau,
Se voces tem o Chico Buarque,
Lá nós temos o roberto leal.

La la la láa. 2x
Arrebita, arrebira, arrebita.
Ai cachopa se tu queres ser bonita,
Arrebita, arrebita, arrebita.

Vocês que dizem que nós somos burros,
Más viemos de longe e descobrimos o brasil,
Pois mais burra foi a argentina,
Que estava aqui do lado e não viu.

Quando chegamos avistamos esta terra,
Gritamos com um brado varonil,
Oaaaaaaaahhh, ai terra a vista!
Oaaaaaaaah, aaai! levei um tapa!

Acho que foi de pedro alvares cabral
Ou de ana maria rodrigues,
Ou pedro alvares e maria fica na lisboa de cima
Que eu fico na lisboa debaixo.

O moisés ou o marcos tem que mandar ensençar este teatro.
Opa! aaaaaaaii, aaaaaiii, "respeite um fadista com hemorroidas!"
Aaaaaaii, aaaaaaaaii, aaaaaaaii terra a vistaa!
Terra vista? opa! você disse "terra a vista"?

Pois hoje em dia é a prazo
Que se vende o Brasil