sábado, 30 de maio de 2009

Trocando de roupa

A comunidade LivroErrante passa por atualizações. Uma delas é a troca de imagem. para isso estamos convocando integrantes e amigos para que enviem sugestões. Você que é criativo não quer criar/doar uma logo para a gente? quer? vivaaaaaaaaa!! então ajude o Livro errante a trocar de roupa. Aguardamos seu contato.

Ignácio de Loyola Brandão - pequena entrevista


SÃO PAULO - A proximidade entre o escritor e o seu público é um dos grandes diferenciais que um evento literário pode oferecer aos seus participantes na visão do escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão.

P. Qual é a importância de festivais como este e da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) para o escritor e para o leitor? E qual é a contribuição destes eventos para a literatura?

Todo evento deste tipo, seja uma feira pequena, seja uma Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), seja uma Jornada de Passo Fundo (RS), que é gigantesca, ou um festival do interior, eu acho da maior importância para a literatura e para o escritor, porque ele coloca o escritor em contato com o público e, em geral, com os leitores dele. É o momento em que o leitor encontra o seu escritor. Porque nós escrevemos fechados, não sabemos para quem vai. Mesmo quando vai para a livraria, não sabemos quem compra. O festival é o momento de você ficar cara a cara com o leitor. Em segundo lugar, são eventos que durante dias e dias chamam a atenção para o livro e para a literatura. É uma forma de seduzir, conquistar, mostrar que a literatura brasileira está aí, que os livros estão aí, que o livro é uma coisa importante na vida, que o livro tem que ser desmistificado. Acho fundamental este tipo de evento.

P. Como o senhor vê a literatura brasileira hoje? Há bons novos autores?

Depois de um período de transição e de uma certa estagnação, a literatura brasileira está voltando com muita força. Tem uma série de autores bons e pessoas inquietas. Desde Marçal Aquino até João Paulo Cuenca, Ivana Arruda Leite, Marcelino Freire, Simone Campos, Antonio Prata pessoas que estão tentando fazer uma literatura nova, moderna e atual.

P. O festival é uma maneira de incentivo à leitura?

O festival é uma das boas coisas que pode acontecer para incentivar a leitura, é fundamental. Porque agita, põe na mídia, põe a pessoa em contato com os livros. É importantíssimo.

(Fonte:estadão)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Você Jurou Que Eu Ia Ser feliz - agradável surpresa


Há mais de um ano comprei num sebo virtual: Você Jurou Que eu Ia Ser Feliz de Sônia Nolasco, até então desconhecida para mim. Li em uma noite mais uma espera em consultório médico. É de 1987 e continua atual. Em todas as histórias a autora é feminista, da melhor forma: personagens homens e mulheres são super sinceros com suas decisões e mais ainda com as indecisões. Nada panfletário. Os anos 80. Sônia Nolasco escreve de forma super bem humorada e prende o leitor . Não conhecia a autora e por esse livro gostei bastante. Quem for da comunidade Livro Errante pode pegar emprestado.

Serviço:
Você Jurou Que Eu Ia Ser Feliz -
Moreno Como Vocês

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Livro está no fim?


Vargas Llosa fala sobre literatura e internet em entrevista
Da EFE
Bogotá, 24 mai (EFE).- O escritor peruano naturalizado espanhol Mario Vargas Llosa apostou na existência do livro para que este "sobreviva" à internet, em entrevista publicada neste domingo na imprensa colombiana.
"Eu acho que a grande ameaça são as máquinas, que podem acabar com o livro. Não sabemos o que vai acontecer com esse desafio para a literatura que é a tela", assinalou o autor de "Conversa na Catedral" e "A Festa do Bode", entre outros romances, ao jornal colombiano "El Tiempo".
Na mesma entrevista o escritor se pergunta se a internet vai aniquilar o livro ou se eles coexistirão, e responde que isso está por ser decidido, e muito em breve.
Em seguida, ressaltou que sua aposta é na sobrevivência do livro e explicou que não é que ele seja contra a internet, mas se a literatura for feita somente para as telas ela se empobrecerá, porque "a tela faz com que se perca profundidade e risco".
Para Vargas Llosa, a tecnologia imprime à literatura uma certa superficialidade, embora reconheça que a correspondência tinha quase acabado e agora com a internet ela ressuscitou, mas é uma caricatura da anterior, que era feita com grande cuidado.
"O papel infunde um respeito quase religioso ao escritor, na tela se escreve informalmente, não se infunde respeito, pois fica-se pasmado da indigência gramatical dos textos feitos para a internet", comentou o escritor.
"A tela incita à facilidade, à frivolidade e o rigor desaparece", enfatizou.
O autor especificou que pode "ser pessimista", mas antecipa que "pode ser que o livro, acabe sendo derrotado, fique na catacumba, com uma escritura cada vez mais rigorosa e talvez com menos cultuadores". EFE

domingo, 24 de maio de 2009

A Caixa Preta - agradável surpresa.


Ontem à noite tive a agradável surpresa de conhecer o israelense Amós Oz: terminei de ler A Caixa Preta. O título refere-se ao lugar onde se encontra toda a história de um acidente, no caso do livro, um casamento.
Começando pelo envio da primeira carta de Ilana a Alex sete anos após seu divórcio, de forma pouco comum porém, muito hábil Amós Oz conta a história do casal. Toda a narrativa é feita através de cartas entre os personagens citados, o filho problemático e adolescente nascido desse casamento, a irmã de Ilana, o administrador e advogado de Alex, o segundo marido e outros personagens menores.

A correspondência entre os personagens principais, mostra a gama de circunstâncias que fizeram a vida infernal e insegura de Ilana, a confusa mente de seu filho Boaz, a mediocridade e fanatismo de seu segundo marido Michel e o afastamento do primeiro, Alex. Momentos de pragmatismo do adolescente pedindo para a mãe carregada de culpa, ocupar-se em algo como cuidar de horta; dirigindo-se ao padrasto criticando sua mania de querer dirigir a vida dos outros pela ótica do fanatismo religioso e, por fim, a relação, pontuada de ternura, desse adolescente com a irmã me deixaram definitivamente surpresa com A Caixa Preta. Recomendo o livro. E, aos integrantes da comunidade LivroErrante, posso emprestar.

Amós Oz - livros editados no Brasil:
Conhecer Uma Mulher - Cia das Letras - 1992
Fima - Cia das Letras - 1996
Não Diga Noite - Cia das Letras -1997
Pantera do Porão - Cia das Letras - 1999
O Mesmo Mar - Cia das Letras - 2001
Meu Michel - Cia das Letras - 2002
A Caixa Preta - Cia das Letras - 2003
Contra O Fanatismo - Ediouro - 2004
Sunri - Ática - 2005
De Amor e Trevas - Cia das Letras - 2005
E A História Começa - Cia das Letras - 2007
O Monte do mau Conselho - Cia das Letras - 2011 

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Prêmio Portugal Telecom 2009



Marcelino Freire - pernambucano, está entre os 50 finalistas do Prêmio Portugal Telecom a ser entregue em setembro.

Amor cristão

Amor é a mordida de um cachorro pitbull que levou a coxa da Laurinha e a bochecha do Felipe. Amor que não larga. Na raça. Amor que pesa uma tonelada. Amor que deixa. Como todo grande amor. A sua marca.
Amor é o tiro que deram no peito do filho da dona Madalena. E o peito do menino ficou parecendo uma flor. Até a polícia chegar e levar tudo embora. Demorou. Amor que mata. Amor que não tem pena.
Amor é você esconder a arma em um buquê de rosas. E oferecer ao primeiro que aparecer. De carro importado. De vidro fumê. Nada de beijo. Amor é dar um tiro no ente querido se ele tentar correr.
Amor é o bife acebolado que a minha mulher fez para aquele pentelho comer. Filhinho de papai. Lá no cativeiro. Por mim ele morria seco. Mas sabe como é. Coração de mãe não gosta de ver ninguém sofrer.
Amor é o que passa na televisão. Bomba no Iraque. Discussão de reconstrução. Pois é. Só o amor constrói. Edifícios. Condomínios fechados. E bancos. O amor invade. O amor é também o nosso plano de ocupação.
Amor que liberta. Meu irmão. Amor que sobe. Desce o morro. Amor que toma a praça. Amor que de repente nos assalta. Sem explicação. Amor salvador. Cristo mesmo quem nos ensinou. Se não houver sangue. Meu filho. Não é amor.
(Conto extraido de: Rasif, mar que arrebenta)

Serviço:
Rasif, mar que arrebenta
Ed.Record 136 página
Travessa Livraria - RJ -R$21,80
Saraiva on line - R$ 26,00
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P.S: aprendi agora:Recife vem do árabe, Rasif: terreno de lajes, estrada composta de rochedos.
Já Pernambuco, origina-se no tupi-guarani, paranã-puca: “onde o mar se arrebenta”

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Brasil na literatura portuguesa

Há uma grande influência do Brasil na literatura portuguesa e uma presença "inevitável" do colonialismo português nas literaturas africanas, disse à Lusa uma das curadoras do Prémio Portugal Telecom de Literatura de Língua Portuguesa, Maria Lúcia Dal Farra.

Rio de Janeiro, Brasil, 21 Mai (Lusa) -- Há uma grande influência do Brasil na literatura portuguesa e uma presença "inevitável" do colonialismo português nas literaturas africanas, disse à Lusa uma das curadoras do Prémio Portugal Telecom de Literatura de Língua Portuguesa, Maria Lúcia Dal Farra.
Nas 10 obras de autores portugueses e de países africanos de língua portuguesa que compõem os 50 finalistas escolhidos entre os 501 inscritos, a professora da Universidade de São Paulo Maria Lúcia Dal Farra avalia as singularidades das obras inscritas este ano para concorrer ao prêmio.
"Eu interessei-me em saber que tipo de interlocução, de conversa, existia entre as culturas e as literaturas da mesma língua que têm identidades absolutamente diferenciadas e que tipo de relação mantinham com a antiga metrópole (Portugal)", afirmou.
Segundo a investigadora, "há uma vontade da parte dos portugueses de se aproximar muito do Brasil", disse ao referir a escritora lusa Inês Pedrosa cujo romance faz uma "leitura pós-moderna do Padre António Vieira".
"Os portugueses consideram muito o Brasil", acrescentou. De seis romances portugueses escolhidos, pelo menos dois falam directamente da relação com o Brasil, o da Inês Pedrosa ("A eternidade e o desejo") e do Miguel Sousa Tavares ("Rio das Flores").
Já nas literaturas africanas, Dal Farra salienta que o "interlocutor é sempre Portugal" e que o colonialismo está presente em todas as obras.
"Há uma relação forte com Portugal, é inevitável essa relação com o colonialismo. O Pepetela ("Predadores") conta a história do personagem que é um primor de predador, assassino, corrupto, criminoso, e que vence na vida através dos interstícios do poder angolano depois da revolução que permitiu que isso acontecesse. Uma espécie de capitalismo selvagem dentro do socialismo", analisa.
Segundo Maria Lúcia, apesar de proporcionalmente inferior o número de obras que concorrem ao prémio literário, seis são romances portugueses e outros quatro são obras de autores africanos de países de língua portuguesa, eles "sem dúvida" têm chance e estão bem colocados.
A curadora explica que apenas são permitidos inscrever-se para o prémio aqueles autores portugueses e africanos cujos livros foram publicados no Brasil durante o ano de 2008. E no ano passado, foram apenas 12 livros. E desses, 10 concorrem entre os 50 finalistas.
"É uma percentagem alta, relativamente os portugueses estão muito bem representados". Dal Farra realça que o ingresso de autores lusófonos tanto de Portugal e da África ainda é reduzido no mercado brasileiro e explica que "os editores brasileiros estão interessados em editar portugueses e africanos que já fizeram sucesso e quando eles vêm para o Brasil para serem publicados, já é certeza absoluta de sucesso"


(Expressa - jornal de Portugal)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Mario Benedetti





 O escritor uruguaio Mario Benedetti morreu neste domingo em Montevidéu aos 88 anos. Considerado um dos principais autores uruguaios, ele iniciou a carreira literária em 1949 e ficou famoso em 1956, ao publicar "Poemas de Oficina", uma de suas obras mais conhecidas

     O autor tinha um estado de saúde bastante delicado e estava em sua casa, na capital uruguaia, quando morreu.No ano passado, o escritor foi hospitalizado quatro vezes em Montevidéu devido a diversos problemas físicos.
     A primeira vez foi entre janeiro e fevereiro de 2008, após sofrer uma enterocolite que fez com que ficasse desidratado. Já em março ele foi internado com problemas respiratórios, enquanto a terceira vez se deu em maio do ano passado por causa de um quadro clínico instável geral.
      Após a última vez em que Benedetti foi hospitalizado, de 24 de abril até 6 de maio, o escritor recebeu alta e voltou para casa, após 12 dias internado pelo agravamento de uma doença intestinal crônica.
     Benedetti escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema.
     Ele já recebeu os prêmios Ibero-americano José Martí (2001) e Internacional Menéndez Pelayo (2005).
      A última obra publicada, o poemário "Testigo de Uno Mismo", foi apresentada em agosto do ano passado. Antes da última entrada no hospital, Benedetti estava trabalhando em um novo livro de poesia cujo título provisório é "Biografía para Encontrarme".
(matéria da FSP)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Festa Literária de Santa Tereza - 2009 - Rio de Janeiro-RJ

Festa Literária de Santa Tereza - 2009

Abertura » Café com Lygia Bojunga, homenageada FLIST 2009 Castelinho 38 (é necessário reserva para o café da manhã que começa as 8h)Rua Triunfo, 38Tel: 2252-2549acesso pela escadaria ao lado do restaurante Jasmim Manga

Contação de história com o Grupo Confabulando Livraria Largo das LetrasRua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

Troca Troca de Livros das 10h às 13 horas Platô da Livraria Largo das Letras Rua Almirante Alexandrino, 501 tel: 2221-8992

Mesa Sobre Leitura e Cidadania com Chico Alencar, Isabel Lustosa e Patrícia Corsino, mediada por Ângela Dias Centro Cultural Laurinda Santos Lobo Rua Monte Alegre, 306 tel: 2242-9741

Show: “O mar e seu sol” Poemas de Drummond, Cecília Meireles, Neruda, Astor Piazzolla, musicados por Luciana Coló e Raphael Gemal -Centro Cultural Laurinda Santos Lobo
Rua Monte Alegre, 306 tel: 2242-9741

Adaptação teatral de 2 contos do livro “A Bolsa Amarela” de Lygia Bojunga com alunos do CEAT direção Rubens Lima Jr.Museu do Bonde » Rua Carlos Brant, 14tel: 2222-1003

Lançamento de “Ariano Suassuna, um perfil biográfico”
e conversa com autoras Juliana Lins e Adriana Victor
Jasmim MangaRua Paschoal Carlos Magno, 143 tel: 2242-2605

Lançamentos coletivos: Das 10h30min às 12h30

Estórias de Clara - Clara Pinheiro

A criança mais importante do mundo - Renata Pettengill

Guia de Campo de Plantas Aquáticas - Claudia Petean Bove e Josele Paz

Paraíso dos Malditos - Paloma Rocha Medina - Livraria Largo das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

Apresentação do show musical “Bel e Bia” de Márcio Trigo, com lançamento do livro de mesmo nome - Livraria Largo das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

Conversa com Alexandre Pimentel e Joana Corrêa, autores do livro “Na ponta do verso: Poesia e improviso no Brasil", com a participação especial dos músicos de partido alto Tantinho da Mangueira e Marquinho China. Jasmim Manga Rua Paschoal Carlos Magno, 143 tel: 2242-2605
Oficina com Ilustradores: Graça Lima, Mariana Massarani e Roger MelloLivraria Largo das LetrasRua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992


Contação de histórias com Vinícius Azevedo Livraria Largo das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

Lançamentos Coletivos das14h às 16

“Prazer e Rebeldia - O materialismo hedonista de Michel Onfray” de João da Mata»

“Quando o Brasil Caiu em 1 de Abril” de Marcelo Schwob
Livraria Largo das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

“Mano a mano” com Mano Mello - recital poético Centro Cultural Laurinda Santos Lobo Rua Monte Alegre, 306tel: 2242-9741

Conversa com autora de livros infantis Sônia Rosa - Livraria Largo das Letras
Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

“No tempo de Miltinho” curta de André WellerCine Santa Largo dos Guimarães, 136 t el: 2507-6841
Sarau Literário Apresentação de diversos poetas, escritores e leitores
Santa Arte R. Paschoal Carlos Magno, 103B tel: 2508-8580

Espetáculo: “De Paes para filhos” com Paulo Bi - Livraria Largo das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

Conversa com os escritores Ferreira Gullar e Ondjaki, mediada e Adriana Armony - Centro Cultural Laurinda Santos Lobo Rua Monte Alegre, 306tel: 2242-9741

Lançamento do livro “O samba-enredo visita a História do Brasil” de Aquino e Luiz Sergio Dias Jasmim Manga Rua Paschoal Carlos Magno, 143 tel: 2242-2605
Apresentação do grupo Balaio Carioca - Jasmim Manga, Rua Paschoal Carlos Magno, 143 tel: 2242-2605
Lançamento, conversa e roda de Cacuriá com autor do Livro “Como é bom Festa Junina III” » Itaercio Rocha - Livraria Largo das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2221-8992

Performance Oficina Paradiso: a palavra em cena (com o pessoal da Oficina da Palavra)Cine SantaLargo dos Guimarães, 136 tel: 2507-6841

Blog Gato de Sofá Deita e Rola na FLIST de Luciana Conti Largo Das Letras Rua Alm. Alexandrino, 501tel: 2224-3784


Não deixe de visitar a Academia Brasileira de Literatura de Cordel Rua Leopoldo Fróes, 37tel: 2221-1077 http://www.ablc.com.br/historia/hist_localiza.htm

domingo, 3 de maio de 2009

Encerramos alguns grupos...

No final do ano passado fizemos o grupo SAIDEIRA 2008;
oito pessoas e nove livros:
Ninguém Escreve ao Coronel – GGMárques (que teve maior número de pedidos)
O Americano Tranqüilo – Graham Greene
O Túnel Ernesto Sábato
O Analista de Bagé – L.F.Veríssimo
Seguindo A Correnteza – Agatha Christie
Feliz Ano Novo – Rubem Fonseca
O Homem Que Comprou o Rio – Aguinaldo Silva
Nunca Te Vi Sempre Te amei - Helene Hanff
O Repouso do Guerreiro Christiane Rochefort iniciou em janeiro/ está terminando.

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O grupo ABC – iniciado em agosto 2008 , 13 livros circularam
entre 11 pessoas e encerrou em abril de 2009

Amêndoa - Nedjma
Blecaute – Marcelo Rubens Paiva
A Confissão de Lúcio – Mário Sá Carneiro
A Descoberta do Mundo pelos Turcos - – Jorge Amado
Filmes Proibidos – Bruna Lombardi
A Hora da Estrela-Clarice Lispector
Knulp – Hermann Hesse
Memória de Minhas Putas Triste -GGMárquez
As Mulheres de Tijucopapo -Marilena Felinto
O Piano– Jene Champion
Quase Tudo – Danuza Leão
O Silêncio dos Amantes– Lya Luft
O Viajante e Sua Sombra- Nietzsche
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O grupo: Muito Prazer, Graciliano Ramos, com toda a obra do autor alagoano, iniciou em março de 2008 e encerrou um ano depois.